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Postado em 02 de Fevereiro de 2016 às 11h16

Dez palestras compõem a programação científica definida da MERCOFLORA 2016

Dez palestras de alto nível compõem a programação científica da nova feira especializada de Chapecó – a MERCOFLORA 2016 – iniciativa da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) em parceria com o Conselho das Entidades Empresariais (CEC) e programada para o período de 14 a 16 de julho de 2016, nos pavilhões do Parque de Exposições Tancredo de Almeida Neves (EFAPI).
A MERCOFLORA reunirá todos os elementos do mundo vegetal e atuará em quatro áreas básicas: silvicultura, fruticultura, floricultura e olericultura. A expectativa é reunir 120 expositores e atrair cerca de 10 mil visitantes/compradores.
O coordenador geral da Feira, empresário João Carlos Scopel, observa que os objetivos do evento são estimular o arranjo produtivo local e regional, para o desenvolvimento sustentável dos setores disponibilizar espaços aos produtores e expositores demonstrarem as técnicas utilizadas de manejo e produção e de máquinas, equipamentos e ferramentas; disseminar o conhecimento de informações, de pesquisas e de tecnologias existentes, realizar seminários, workshop e oficinas temáticas, exteriorizando o conhecimento aos expositores da feira, visitantes, acadêmicos e o público em geral.
Além disso, pretende proporcionar ao público visitante a viabilidade de novas oportunidades de empreendedorismo tanto na produção, logística e comercialização; prospectar novas oportunidades de negócios; e motivar a permanência das famílias no campo, tornando-os empreendedores rurais de atividades lucrativas ambientalmente corretas, aplicando tecnologias e desenvolvimento sustentável em suas atividades do dia a dia.
A programação técnica da MERCOFLORA 2016 será desenvolvida no parque de Exposições da EFAPI e inicia no dia 14 de julho (quinta-feira), às 9 horas da manhã, com breve solenidade de instalação.
No horário das 10 às 11 horas será ministrada a palestra “A nanotecnologia e as vantagens de sua aplicação em produtos naturais”, por Jocelane Zoldan, graduada em Ciência e Tecnologia dos Alimentos pela UFSC com formação complementar na Universidade de Barcelona, Espanha; e pela engenheira agrônoma, Márcia Vizzotto, doutora Horticulture Science pela Texas A&M University, pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Clima Temperado) com experiência na área de Ciência de Alimentos, com ênfase em Propriedades Funcionais, atuando principalmente com fitoquímicos, antioxidantes, prevenção de doenças crônicas não-transmissíveis, frutas e hortaliças.
Na sequência, das 11 às 12 horas, o Programa de Encadeamento Produtivo FIESC/IEL será apresentado por Natalino Uggioni, mestre em Engenharia de Produção, atua há 30 anos na FIESC e foi diretor técnico-administrativo do Centro de Tecnologia em Automação e Informática do SENAI de Florianópolis.
No período da tarde, às 14 horas, o engenheiro agrônomo Luiz Antônio de Mendonça Costa falará sobre ”Compostagem de resíduos agroindustriais: recomendação e uso do composto orgânico na horticultura”. O palestrante tem doutorado em energia na agricultura e mestrado em produção vegetal, ambos pela UNESP, com pós-doutorado pelo ISA Instituto Superior de Agricultura de Lisboa.
Às 16 horas entra em pauta a “Situação e perspectivas de pequenas frutas no Brasil” com a professora Ana Cristina Richter Krolow, doutora em ciência e tecnologia agroindustrial pela Universidade Federal de Pelotas e pesquisadora da Embrapa Clima Temperado de Pelotas (RS). Estará acompanhada do engenheiro agrônomo Eduardo Pagot, extensionista rural de nível superior da EMATER/RS desde 1990, em Vacaria (RS), com amplo trabalho na assistência técnica e organização da cadeia das pequenas frutas (amora, mirtilo, framboesa e morango).
A última palestra do dia iniciará às 19 horas e focalizará ”O desperdício de hortaliças e frutas da colheita ao consumidor” com o doutor em ciência de alimentos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro Antônio Gomes Soares. Ela atua profissionalmente no Centro Nacional de Pesquisa de Tecnologia Agroindustrial de Alimentos do Rio de Janeiro.
No dia 15 de julho (sexta-feira) as atividades serão retomadas às 9 horas da manhã com a preleção “A floricultura como alternativa de renda para a agricultura familiar” com o engenheiro agrônomo Gilmar Jacobowski, extensionista rural e diretor técnico da Epagri de 1985 a 2015, consultor credenciado pelo SEBRAE na área de flores e plantas ornamentais desde 1998 e, atualmente, consultor na área de hortaliças, flores e plantas ornamentais. Também é Consultor do Banco Mundial junto ao Programa SC Rural.
Às 10h30 o tema será “Potencialidades da flora bioativa como alternativa de saúde e renda” a cargo do engenheiro agrônomo Antônio Amaury Silva Júnior, mestre em nutrição vegetal pela URGS, pesquisador e ex-coordenador do projeto Flora Catarinense pela Epagri e, atualmente, consultor na área de plantas bioativas.
Após o intervalo do meio dia, as atividades serão retomadas às 14 horas para discussão do tema “Cultivo hidropônico e cultivo protegido” que será apresentado pelo professor doutor Jorge Luiz Barcelos Oliveira do Departamento de Engenharia Rural da UFSC.
Em seguida, às 16 horas, será explicitado o case de sucesso do município mineiro de Extrema, considerado um “Modelo para pagamento de serviços ambientais”. O case será relatado pelo biólogo Paulo Henrique Pereira, especialista em gerenciamento ambiental pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz da USP, idealizador, coordenador e gestor do Projeto Conservador das Águas.
Finalizando a etapa da palestras, o engenheiro civil Guilherme Corrêa Stamato fará ampla exposição, às 19 horas, sobre o “Uso da madeira na construção civil”. Stamato é mestre, doutor e PhD em estruturas com ênfase em estruturas de madeira pela USP de São Carlos, Advanced Engineered Wood Composites Center (AEWC) da Universidade de Maine (EUA).
O dia 16 de julho (sábado) será dedicado às rodadas de negócios coordenadas pelo SEBRAE/SC a partir das 9 horas da manhã.

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